sex em cena Em memória ou a vida inteira dentro de mim Coprodução: Gambozinos e Peobardos com Trigo Limpo teatro ACERT Um monólogo às voltas com a memória e as memórias de que todos somos feitos
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Em memória ou a vida inteira dentro de mim
Bem-vindos.
Não se sentem sem dizer boa noite, não virem costas sem se despedirem. A porta está aberta. A memória está de porta aberta, à espera de mim. Não me deixem aqui sem vir ao meu encontro. Não se desprendam sem saber que já chegaram. Aconcheguem-se. Olharmo-nos é a certeza de que em tudo existimos. Se não for nada disto, não regressem. O tempo deve estar na hora. Reconheço que temos que partir, foi para isso que viemos, é assim que aqui estamos. Bem-vindos até ao fim. Em memória é uma criação dos Gambozinos e Peobardos – Grupo de Teatro da Vela, em coprodução com o Trigo Limpo Teatro Acert. Esta junção artística nasce de uma ligação afetiva que começou nos espetáculos comunitários que a companhia de Tondela dirigiu no Teatro Municipal da Guarda entre 2006 e 2012. Da amizade nasceu a vontade de uma colaboração que se manifesta aqui através das palavras de Vergílio Ferreira. Em memória é um monólogo de Pompeu José com encenação de António Rebelo e Pedro Sousa.
Ficha técnica e artística
Texto: Até ao Fim de Vergílio Ferreira
Dramaturgia e encenação: António Rebelo e Pedro Sousa
Interpretação: Pompeu José
Apoio à dramaturgia: João Neca
Cenografia: Zétavares
Desenho de luz: Paulo Neto
Figurinos: Adriana Ventura
12ª Criação dos Gambozinos e Peobardos – Grupo de Teatro da Vela em co-produção com o Trigo Limpo Teatro ACERT




